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Quando crianças podiam brincar com urânio

07/2017 | Deu erro? avise aqui

Um Kit infantil de ciências trazia em seu arsenal um conjunto com quatro tipos de minério de urânio, eletroscópio, contador Geiger, manual, livro em quadrinhos sobre como dividir o átomo e instruções do governo sobre Prospecção de urânio.

Existiu uma época onde a ciência entendia a radiação com um produto sem restrições e isso ajudou a popularizar todo tipo de produto radioativo. Inseridos na água e em produtos de beleza, ou ainda, em terapias alternativas.

Em 1950 o entusiasmo pela radiação chegou na forma de um kit educacional que tinha como objetivo estimular nos jovens o gosto pela ciência. Denominado de “Gilbert U-238 Atomic Energy Lab” o kit era oferecido com os minérios beta-alfa (Pb-210), beta puro (Ru-106), gama (Zn-65?) e o alfa (Po-210).

O kit não oferecia riscos se manuseado corretamente e o manual de instruções alertava para este fato dando destaque para a frase “Não coloque PO-210 na boca”. O kit educacional foi comercializado entre 1950 e 1951 não sendo produzido posteriormente.

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Uma única página de 22 de março de 1950 que é um memorando sobre extraterrestres, escrito por Guy Hottel, agente especial encarregado do escritório de campo de Washington, é o documento com maior numero de acessos no repositório online de registros públicos do FBI. Continuar leitura...

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